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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Tipos de personagens!

Hey, hey, gente! 



     Cooomo vão vocês? Lendo bastante?
     O tema de hoje é especialmente sobre os tipos de personagens encontrados nas tramas da literatura e do cinema que tanto emocionam, irritam e amedrontam a nós, o público. Não sei bem o motivo, mas me deu vontade de falar sobre eles aqui (sorriso amarelo), então espero que curtam!




          O protagonista! 

     Na maioria das vezes, o personagem protagonista surge antes mesmo da história do livro/filme. Ele pode ser corajoso e nobre, como Jon Snow de Game of Thrones, engraçado e destemido como Percy Jackson de Percy Jackson e Os Olimpianos, e até mesmo cruel e calculista como Light Yagami de Death Note. A variedade é enooorme (mesmo), sempre de acordo com a maneira como o autor quer contar a história e como ele pretende transmitir a mensagem. Geralmente, o protagonista é o personagem com quem a maioria se identifica, mas ele não é necessariamente o mais interessante ou melhor desenvolvido.

                                     
                                                    Jon Lindo Snow (Game of Thrones)




  Percy Jackson (Percy Jackson e os Olimpianos)





                                                           Light Yagami (Death Note)






               O escudeiro! 

     Vamos combinar que nem sempre o protagonista dá conta de todo o trabalho de lutar contra o mal (ou seja lá qual for o grande desafio), e para isso ele precisa daquela mão amiga para todas as horas. Daí surge a ideia do "ajudante". Ele é quase sempre o melhor amigo e tem uma personalidade gentil, engraçada e prestativa. É também responsável muitas vezes por dar o toque humorístico durante as situações mais tensas, o que faz com que seja bastante querido pelo público.
     Exemplos bem legais de ''escudeiros'' são o atrapalhado Rony Weasley de Harry Potter e o leal Samwise Gamgee (ou apenas Sam) de Senhor dos Anéis.

   Sam, (Senhor dos Anéis) 
                                



                                                           Rony Weasley (Harry Potter) 





               A mocinha!

     Muitas vezes é a donzela resgatada. Atualmente, nem tanto. Cada vez mais as personagens femininas têm ganhado espaço de destaque como parte importante da trama, e não apenas o par romântico do protagonista. Com força, coragem e um girl power* inegável, elas chutam muitos traseiros e provam que podem salvar a si mesmas. Grandes exemplos são Natasha Romanoff de Os Vingadores, Rukia Kuchiki de Bleach e Mikasa Ackerman de Ataque dos Titãs.

 Natasha Romanoff (Os Vingadores)                                                   

                                                 

    
                                                               Rukia Kuchiki (Bleach)




Mikasa Ackerman (Ataque dos Titãs)






               Os vilões...

     
     Ah, os vilões. O que seria da trama sem alguém para causar aquele barraco básico, não é? Vilões são generalizados como os que se opõem ao herói protagonista e querem (na maioria das vezes) fazer dominar o mundo através do mal, mas muita gente se esquece que eles são os personagens mais complexos das histórias. Sério, um bom vilão (ou devo dizer mau?) é um vilão com quem criamos um vínculo que fica entre amor e ódio. Ele quase sempre tem um passado obscuro ou alguns parafusos a menos que """"""justificam"""""" (com muitas aspas mesmo) as ações desse carinha do mal. Ou você ama odiá-lo ou odeia amá-lo. Bons... ops, maus exemplos de vilões com personalidades marcantes são Regina Mills/Rainha Má de Once Upon A Time, Joffrey Baratheon de Game of Thrones e Anakin Skywalker/Darth Vader de Star Wars.

                                                   Regina Mills/RM (Once Upon A Time)





Joffrey Baratheon (Game of Thrones)

        

    

                                             Anakin Skywalker/Darth Vader (Star Wars)






     É claro que nem tudo é preto no branco quando se trata de reproduzir a personalidade humana, até porque ninguém é inteiramente bom ou mal. Há personagens reais também, que tomam decisões ruins por boas razões e vice-versa. 
     Mas aí estão os rótulos mais comuns quando falamos de personagens e eu sinceramente espero que esta postagem tenha divertido você, caro leitor, ao menos um pouquinho!
     Qual desses carinhas acima é seu(a) favorito(a)? Deixe o nome nos comentários, eu vou adorar saber!



*Glossário (hoje tem!)

girl power: pode-se traduzir como ''poder feminino''.








     Até mais!


domingo, 7 de junho de 2015

Anime do mês: Death Note!

Hey, hey, gente! 



     Como vão vocês, hein?
     Há umas duas postagens, eu falei sobre Bleach, o anime, e o assunto teve uma repercussão bem bacana aqui no Cineliteratura (sério, foi a postagem mais visitada, obrigada a todo o pessoal que leu!). Pooor esse motivo, decidi que vou resenhar e recomendar a vocês um dos meus animes preferidos a cada mês (yeey!). Seria muuuito legal se você, leitor e fã de animes, também compartilhasse seus gostos aqui no blog através dos comentários! :)
     Bem, sem mais delongas... o anime sobre o qual falarei hoje é o suspense sobrenatural Death Note que conquistou legiões de fãs ao redor do mundo e (pasmem!) será adaptado para o cinema norte americano!





     Criado por Tsugumi Ohba (e ilustrado por Takeshi Obata), Death Note conta a história do brilhante e prodigioso estudante Light (ou Raito) Yagami, que encontra um misterioso e bizarro caderno que, como está escrito nas instruções, pode matar qualquer pessoa cujo nome for escrito em suas páginas. É, eu sei, bastante sinistro, né? Mas ainda não chegamos à melhor parte, leitor. Ao tocar no caderno e tomá-lo para si, Light adquire a capacidade de enxergar Shinigamis (espíritos responsáveis por fazer a travessia das almas para o além), e depara-se com Ryuk, um Shinigami todo esquisitão e viciado em maçãs que instrui Light sobre como usar o caderno da morte, apenas porque estava entediado. Certo, até aí a coisa já está meio estranha, né? Mas, ah, leitor, nós ainda nem começamos... Convencido de que é o escolhido para trazer a justiça ao mundo, Light começa a escrever nomes de criminosos no caderno e torna-se instantaneamente um assassino conhecido pelo público como Kira (relacionado ao verbo kill, "matar", em inglês).
     As muitas mortes causadas por Light através do caderno chamam a atenção da polícia e as coisas começam a ficar feias para o lado do garoto, pois seu próprio pai está na investigação que busca encontrar e punir "Kira" por fazer a própria justiça. À essa altura, Light já está tomado pelo poder e planeja recriar o mundo, assassinando todas as pessoas ruins para que ele seja nomeado o novo deus.
     Light só não conta com um elemento surpresa:o mundialmente famoso detetive "L", do qual ninguém sabe o verdadeiro nome ou rosto. Ele é chamado para investigar o caso e pega Light de surpresa, pois é tão genialmente inteligente quanto ele. Inicia-se então uma disputa acirrada entre Light e L com direito a muuuuito suspense, tensão e uma pitada de drama. Fica impossível de desgrudar os olhos!




     Eu, particularmente, só comecei a me interessar por Death Note porque estava super sem opção de animes para assistir. Muitos conhecidos meus já tinham assistido e me recomendaram, mas eu nunca tinha me interessado muito... até finalmente assistir. E, caramba, amigo leitor, eu me surpreendi com a força da trama e dos personagens.
     O principal ponto que quero destacar é o fato de que o protagonista não é bonzinho. Ele não é o herói da história, apesar de acreditar verdadeiramente que está fazendo o certo para melhorar a humanidade. Light é frio, calculista, astuto e até mesmo cruel em certas situações. Isso faz dele um baita personagem complexo e eu me peguei várias vezes torcendo por ele (é, admito!). Ele me fez repensar todo o meu próprio conceito de certo e errado e me fez refletir sobre como a justiça pode ser relativa dependendo do ponto de vista individual. O detetive, L, é um personagem forte, teimoso e inspirador, que ganhou um lugar especial no meu coração simplesmente por ser um adorável gênio viciado em doces (♥). Também tem a equipe de investigação de L, o pai de Light e mais um pessoalzinho que enriquece muito toda a trama, dosando muitas vezes suspense, humor e sobrenatural.




      Death Note está na minha lista de favoritos, definitivamente, porque me surpreendeu e cativou. Eu recomendo para quem gosta do gênero policial/suspense/sobrenatural e asseguro um ótimo entretenimento! Tem apenas 37 episódios e a versão dublada está disponível no YouTube (assim como a legendada, mas eu acho a dublada uma delícia de assistir! Sério, tem até o Guilherme Briggs no elenco de dublagem... de novo!). Assista, caro leitor, e me conte se você torce para Light ou para L! Já assistiu? Ótimo, deixe a sua opinião sobre o anime e sobre essa postagem aqui nos comentários, eu adoraria ler! :)





*IMPORTANTE: você tem algum anime ou mangá que gostaria de ver resenhado aqui no Cineliteratura? É só deixar sua sugestão nos comentários que eu vou correndo assistir/ler para trazer minha opinião sobre ele!


Até mais!