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sábado, 8 de agosto de 2015

Animações!

Hey, hey, gente!



     Como vão vocês?
     Estou na contagem regressiva para o fim das minhas férias, o que quer dizer que as postagens aqui no Cineliteratura se tornarão mais frequentes (eu espero!). Também estou planejando algumas coisinhas mais para o final do ano, mas não direi nada porque é surpresa.
     Enfim, o tema de hoje é ANIMAÇÕES, yeeey! (Insira aqui um arco-íris brilhante imaginário.)
     Caso você não saiba, querido leitor, eu realmente tenho um carinho enorme por animações, principalmente por aquelas que fizeram parte da minha infância. Quando a gente é criança, os desenhos simplesmente parecem ganhar vida e tornam a ideia de que tudo é possível verdade. Sem contar que, acompanhados de uma trama inteligente, canções e um humor único, os filmes animados emocionam e ensinam lições para todas as idades.
     Aqui estão algumas das minhas animações preferidas (algumas musicais, outras não). Caso alguma delas seja desconhecida para você, leitor, aceite como uma sugestão e trate de ir assistir!



     Lilo & Stitch
   
     Esta não é apenas uma das animações clássicas dos estúdios Disney, como também é o primeiro filme que eu assisti nos cinemas. Isso mesmo. Meu vício pelas telonas começou com Lilo & Stitch e nunca mais parou.
     Confira aqui a sinopse e o trailer:



     A União Federativa da Galáxia decide julgar o cientista louco Dr. Jumba Jookiba por experiências ilegais, que geraram um ser altamente feroz conhecido por Experimento 626. Jumba e o experimento são condenados ao exílio, mas o monstro consegue sequestrar uma nave e fugir para a Terra (que a UFG considera um planeta sem importância, usado como santuário para reprodução do mosquito).
O monstro aterrissou no Havaí, onde mora a jovem órfã Lilo Pelekai, que está ameaçada de ser removida da guarda de sua irmã mais velha Nani. Em visita a um abrigo de animais para adotar um cachorro, Lilo acaba por levar o alienígena - trazido para lá após ser atropelado por um caminhão - e batiza-o como Stitch. Lilo então tenta conviver com seu rebelde animal de estimação enquanto este evita os esforços do Agente Pleakley e seu criador Jumba de levar Stitch de volta para seus captores.



      Shrek
     O que era para ser uma sátira aos contas de fada tornou-se um imenso sucesso de bilheteria e conquistou fãs de todas as idades. Dos estúdios DreamWorks, Shrek foi um sucesso imenso e até hoje é uma das minhas animações preferidas.
     
     Shrek, um aborrecido e aterrorizante ogro verde que ama a solidão em seu pântano, vê sua vida interrompida quando diversas criaturas de contos de fada são exiladas lá por ordem do maligno Lorde Farquaad. Shrek diz a elas que vai conversar com Farquaad para mandá-los de volta. Ele leva consigo um Burro falante que é o único personagem que conhece o caminho para Duloc. Shrek e Burro chegam no palácio de Lorde em Duloc, onde acabam em um campeonato medieval. O vencedor teria o "privilégio" de resgatar Fiona para Farquaad se casar com ela. Os dois derrotam facilmente os outros cavaleiros na luta, e ele concorda em tirar as criaturas do pântano se Shrek resgatar a princesa. Shrek e Burro então partem ao resgate de Fiona numa jornada cheia de perigos e, é claro, muita comédia.



      Spirit, o corcel indomável
     Também conhecido como um dos filmes preferidos do meu irmão, E. Acho importante dizer que essa é uma animação visualmente linda, com canções maravilhosas e grandes lições sobre liberdade e família. Suuuper recomendo!

     Spirit é um cavalo selvagem e líder de seu rebanho em um pasto no velho oeste. Certa noite decide investigar pelas redondezas ao perceber a presença do homem estranho, curiosidade essa que o levou a ser capturado e levado a um forte por soldados americanos, os quais tentaram a difícil tarefa de domá-lo. O corcel, então, tem de lutar por sua liberdade ao lado de um improvável aliado.



       A princesa encantada
     Baseado no clássico balé O lago dos cisnes, é uma animação que lembra - e muito - as da Disney. Tem a princesa, o príncipe, músicas adoráveis e animais falantes. Eu o tenho como um dos meus non-Disney favoritos.

      A Princesa Odette e o Príncipe Derek se conhecem desde crianças e passaram todos os verões juntos, na esperança de que um dia pudessem se apaixonar, o que era uma ideia de seus pais, o Rei William (pai de Odette) e Rainha Uberta (mãe de Derek). Num desses verões, já crescidos, após uma decepção de Odette para com Derek, ambos e seus pais percebem que não há chances de haver um futuro casamento. Derek, porém, está apaixonado por Odette e no fundo, ela sente o mesmo por ele. O Rei William, Odette e sua comitiva partem, porém são surpreendidos por um "grande animal" no caminho, que rapta Odette. Agora, Odette está em cativeiro e terá que contar com todo o amor de Derek para salvá-la. Mas para isso, ele terá de amá-la além da eternidade.



     Toy story 2
     É, eu sei, esse não é o primeiro filme. No entanto, lá em casa nós assistimos Toy story 2 antes do 1. A brilhante história dos brinquedos que ganham vida quando as crianças não estão olhando é uma das que mais marcaram a minha infância e dos meus irmãos. Toda criança deveria assistir ao menos uma vez na vida!

      Andy, um menino típico de sua idade, vai para um acampamento de verão onde pretende levar Woody, mas a poucos instantes de partir, causa um acidente, rasgando o braço costurado do boneco cowboy, tendo de deixá-lo em casa e partir sem brinquedo nenhum para o acampamento, o que decepciona Woody a ponto de não querer conversa com ninguém. Andy parte para o acampamento, enquanto seus brinquedos o esperam em sua casa.
Mas, Woody, vai parar numa venda de usados para salvar um brinquedo chamado Wheezy. Wheezy volta a salvo para o quarto de Andy, mas Woody acaba permanecendo lá por acidente e acaba sendo roubado por um colecionador de bonecos chamado Al, que é um conhecido dono de um mercado de brinquedos.
Os brinquedos entram em pânico e, liderados pelo boneco espacial Buzz Lightyear, planejam uma estratégia para resgatar Woody daquele ladrão.
Já na casa de Al, Woody conhece a cowgirl Jessie, o cavalo Bala no Alvo e o Mineiro e descobre que é um raríssimo boneco de uma série de televisão dos anos 1960 e que será vendido, junto com os novos amigos, para um museu no Japão. Diante da nova situação, Woody terá que decidir entre ficar com o menino Andy e fazer parte da vida de uma criança ou ir para o museu e ficar para sempre sendo observado por visitantes.



      Aladdin
     Quem não conhece a história do garoto que encontra uma lâmpada mágica e tem direito a três desejos concedidos por um gênio? Aladdin, da Disney, além de uma das animações é um dos meus filmes preferidos!

     Após o sultão ordenar que sua filha, a princesa Jasmine, ache um marido rapidamente, ela foge do palácio. Jasmine encontra um tipo meio malandro, Aladdin, que conquista seu coração. Porém ambos são achados pelos guardas de Jafar, o vizir do sultão. Jafar criou um feitiço para dominar o sultão, se casar com Jasmine e se tornar ele mesmo o sultão. Além disto finge que cometeu um engano e mandou decapitar Aladdin, que na verdade está vivo, pois Jafar precisa dele para conseguir uma lâmpada mágica, que é a morada de um poderoso gênio. Mas o plano de Jafar falha, pois Aladdin fica com a lâmpada graças a intervenção de um pequeno macaco, Abu, seu fiel mascote. Quando descobre que há na lâmpada um gênio poderoso, que pode se transformar em qualquer pessoa ou coisa e que lhe concederá três desejos, Aladdin planeja usá-los para conquistar Jasmine, sem imaginar que Jafar é um diabólico inimigo, que precisa ser detido.



      Princesas Disney
     Não necessariamente em uma ordem específica, todos os filmes das princesas Disney foram fundamentais para que eu fosse uma criança feliz. O primeiro foi Branca de Neve e os Sete de Anões (que, aliás, foi o primeiro longa metragem de Walt Disney), seguido pelos maravilhosos A bela adormecida, A pequena sereia, Mulan, Cinderella e todos os outros. Ah, não poderia me esquecer de Enrolados e Frozen, que sem dúvida têm uma espaço grande no meu coração (destaque especial para Frozen, é claro).







     Bem, eu poderia continuar listando as minhas animações preferidas e esta postagem nunca teria fim. Por isso, deixarei um grande ''ETC'' para representar todas as outras maravilhosas animações que não foram citadas aqui, mas que são muito queridas por mim.
     Sentiu saudades de alguma? Então corre para assistir e matar aquela vontade de rever seus personagens favoritos! =D



     
Até mais!



terça-feira, 30 de junho de 2015

Adaptações literárias... SOCORRO!

Hey, hey, gente!



     Meus dedos estão tão frios que digitar esta postagem não será uma coisa muito fácil, mas o assunto de hoje merece um esforcinho meu (além disso, escrever já virou um vício mesmo...). Hoooje falaremos sobre ADAPTAÇÕES LITERÁRIAS (sim, com todas as letras maiúsculas, caro leitor, porque eu gosto de dramatizar).
     Tem coisa melhor do que receber a dooce notícia de que aquele seu livro preferido, cuja história se tornou quase a história da sua vida, será adaptado para os cinemas? Você surta, você grita, você corre para o Facebook escrever EU LI O LIVRO ANTES DE SABER QUE IRIA VIRAR FILME! e você já até sonha com o elenco perfeito e a trilha sonora. Essa é uma das alegrias de ser leitor. Yeey!
     No entanto, essa mistura de cinema com literatura às vezes não dá muuuito certo.
     A equipe responsável por sintetizar toda a história presente nas 300 e tantas páginas do livro e converter tudo num só roteiro nem sempre faz o trabalho como os fãs leitores gostariam que fosse feito. Cenas que lemos e gostamos são deixadas de lado. Personagens simplesmente somem. O gigante feioso da história não é tão feioso quanto imaginamos durante a leitura. Isso tudo acontece e é bastante compreensível que alguns elementos sejam deixados de fora para que a história ''caiba'' em uma hora e meia de filme. Faz parte do conceito de adaptação.
     MAS (e esse é um mas bem dramático), em casos extraordinários, parece que a direção simplesmente não leu o livro. Não estou brincando, leitor. Há alguns absurdos na Terra das Adaptações Literárias que deixam a mim e a uma legião de leitores revoltados.
     Segue abaixo e exemplo que eu tenho como o mais grave:






     Não sei se você já sabe, leitor, mas eu sou muito apaixonada pela série Percy Jackson e os Olimpianos do brilhante Rick Riordan (isso me lembra que preciso fazer uma resenha sobre esses livros lindos). E eu não posso falar sobre péssimas adaptações sem falar sobre Percy Jackson.
     O filme é tão incoerente!
     Foram alteradas características físicas e psicológicas de certos personagens e isso acabou interferindo muuuito no desenrolar da história. Um exemplo disso é o fato de que Percy tem somente 12 anos no livro, enquanto no filme tem 17. Annabeth dos livros é LOIRA e é uma estrategista brilhante, não a guerreira durona que o filme nos apresenta. Grover, o "menino bode" é ruivo e medroso nos livros, COMPLETAMENTE APOSTO AO GROVER DO FILME! Além disso, grande parte do enredo foi bastante alterada (ouso dizer, danificada) quando foi para as telonas e isso causou uma revolta entre os fãs leitores e até mesmo no próprio autor, que diz nunca ter assistido à adaptação. A coisa toda foi uma total falta de profissionalismo e fidelidade à obra tão bem feita de Riordan.    

Annabeth do livro X Annabeth do filme


Grover do livro  

Grover do filme 

     

     Pois é, o número de obras "destruídas" pelo cinema não para por aí, amigo leitor. 
     Crepúsculo, de Stephenie Meyer; A Bússola de Ouro, de Philip Pullman e Eragon, de Christopher Paolini também estão entre as adaptações mais odiadas pelo público. E quando eu digo odiadas, é porque a coisa é bem séria. Seja pela fuga da trama original, banalização de um ou outro personagem ou infidelidade ao livro, é fato que muita gente não está contente com o trabalho realizado e até mesmo evita assistir a filmes de livros para não sofrer "decepções".
     Eu, particularmente, fico muito mal quando vejo uma história pela qual me apaixonei durante a leitura se transformar em um filme de Sessão da Tarde que é motivo de piada (de novo falando sobre Percy Jackson). E sei que não estou sozinha nisso.
     Mas então eu penso: é importante haver liberdade de interpretação e certa flexibilidade quando se adapta um livro para o cinema. E nós, leitores, devemos manter em mente que as pessoas que estão produzindo a adaptação do nosso livro são falhas e muitas vezes deixarão de fora aquela cena ou personagem que amamos, principalmente porque não dá para agradar todo mundo, né?
     Por isso, lembre-se, amigo leitor, que sempre teremos a história original no livro, perfeita como o autor quis e com tudo em seu devido lugar. O mundo que a gente cria enquanto lê supera qualquer cenário cinematográfico! =D




Agradecimentos especiais, yeey!
Quero agradecer o apoio e divulgação das seguintes páginas sobre leitura no Facebook (vocês são uns lindos, obrigada!):

*Sociedade do Livro (link: https://www.facebook.com/sociedademessdoslivros)
*Intoxicados por livros (link: https://www.facebook.com/pages/Intoxicados-Por-Livros/584395321657673)
*Livros e Músicas (link: https://www.facebook.com/pages/Livros-e-M%C3%BAsicas/1558710304363413)

Não deixe de dar o seu LIKE e conferir o conteúdo desse pessoalzinho! =D




   


Até mais!




quarta-feira, 3 de junho de 2015

Não somos Disney!

Hey, hey, gente!


     Está um frio delicioso aqui na minha cidade, perfeito para ler debaixo das cobertas ou assistir àquele filme de infância que você não vê faz tempo. Falaaando em filmes de infância, o tema de hoje é exatamente relacionado a isso! Bem, mais ou menos. Hoje quero falar sobre as animações que ficaram famosas através da Sessão da Tarde e que todo mundo ama, chora assistindo, sabe as músicas de trás para frente, e acha que são dos estúdios Disney.
     Primeiramente, quero deixar claro que eu sou fã de carteirinha das animações Disney (com grande ênfase em Frozen, Aladdin, A Bela Adormecida e Mulan e muitos outros, mas isso fica para oooutra postagem) e que admiro muito o trabalho desse pessoalzinho. Mas, não é só a Disney que produz animações/musicais maravilhosos que todo mundo aclama, eu eu realmente acho que os outros estúdios deveriam ter mais reconhecimento do público. Aqui estão algumas das minhas animações non-Disney* preferidas:


     Anastasia (1997)


     Foi o primeiro filme a ser lançado pela Fox Animation Studios. Anastasia faz uma releitura da lenda urbana sobre a princesa que sobreviveu ao massacre à família real russa durante a Primeira Guerra Mundial. É uma das minhas animações favoritas de todos os tempos! O enredo, as canções, os personagens e a aparência do filme são maravilhosos e... NÃO É UMA ANIMAÇÃO DISNEY, caro leitor. E, além disso, a dublagem brasileira (com um dos meus dubladores favoritos, Guilherme Briggs) é realmente melhor do que a original (a superioridade BR é inegável nesse caso!), trazendo vozes com as quais eu aposto que você já está familiarizado e que já foram citadas no post anterior.
     Nunca assistiu Anastasia? Pois não perca tempo, colega. O filme está disponível no Netflix e eu comprei o DVD nas Lojas Americanas por só R$14,90! A história é realmente fascinante...


                                      





     O Caminho para El Dorado (2000)



     Terceiro filme produzido pelos estúdios DreamWorks Animation, O Caminho para El Dorado retrata a jornada de dois espanhóis, Miguel e Túlio, em busca da lendária cidade do ouro. Cheeeio de um humor irresistível, canções lindas compostas por Elton John e uma dupla de personagens cativantes, é um filme para ver em família! E, adivinhe?, não é uma animação Disney! A dublagem também é maravilhosa e contribui muito para o humor da trama (e também tem Guilherme Briggs no elenco!). Recomendo muitíssimo!


                                       




     O Príncipe do Egito (1998)



     Também produzido pelos estúdios da DreamWorks Animation, O Príncipe do Egito é uma animação, no mínimo, gloriosa. O longa retrata a jornada de Moisés desde a juventute e sua missão de libertar o povo cativo no Egito (apesar de ter algumas variações, pode ser considerado bastante fiel à Bíblia). É uma das animações que mais marcou minha infância e, definitivamente, tem um lugarzinho especial na minha lista de favoritas. As canções são mais do que incríveis e... adivinhem de novo? Tem Guilherme Briggs no elenco de dublagem. Sério, o trabalho dele é maravilhoso. Não perca, caro leitor, a oportunidade de assistir a esse longa. Mesmo!


                                     



     Essas são algumas das minhas animações non-Disney* favoritas e eu as recomendo de toooodo coração a você, leitor. E aí estão dois outros estúdios de animação que merecem grande reconhecimento por seu incrível trabalho.
     E as suas animações non-Disney favoritas, quais são?




Glossário!

non-Disney: ''não Disney'', que não é da Disney.



Até mais!



terça-feira, 21 de abril de 2015

Próximas adaptações literárias!

Hey, hey, gente!

     Olha só que legal essa "tabela" que o pessoal da Sagas Brasil fez com as próximas adaptações para cinema de livros tão queridos! Algumas produções (como Fallen) ainda não têm uma data de estreia no Brasil definida, mas já podemos nos preparar (financeira e emocionalmente, hehe) para as fortes emoções que essas histórias nos trarão!