sexta-feira, 17 de julho de 2015
Resenha de ''Caminhos de Sangue''!
A resenha de hoje é sobre outro livro que encontrei em promoção na Lojas Americanas (loja linda, diva, maravilhosa!) e que eu queria ler faz tempo. É a distopia Caminhos de Sangue da atriz canadense Moira Young.
Publicado no Brasil pela Editora Intrínseca, Caminhos de Sangue é o romance de estreia de Moira e primeiro volume da trilogia Dustlanders.
A história retrata a vida dura de Saba, uma jovem de dezoito anos que vive com o pai, o irmão gêmeo e a irmã mais nova na terra desértica da Lagoa da Prata. Saba e seu irmão gêmeo, Lugh, são inseparáveis e, apesar das difíceis condições em que a família vive (pouca comida, isolamento e um pai meio biruta), para ela a companhia dele é o suficiente. Até que, repentinamente, seu lar é invadido por cavaleiros misteriosos e Lugh, seu precioso irmão, é sequestrado. A vida de Saba fica de pernas para o ar e ela decide fazer de tudo para encontrar Lugh e trazê-lo de volta. Essa decisão faz com que Saba conheça a si mesma e descubra que é uma sobrevivente nata e tem uma força e determinação surpreendentes. Ao lado de um charmoso fugitivo, uma tribo de garotas ladras e amigos que encontra pelo caminho, Saba parte em busca do irmão e nada pode pará-la.
Tenho que admitir: foi uma leitura difícil. Mas, acalme-se, leitor, não estamos falando de uma dificuldade a nível de Machado de Assis. O que complicou minha leitura não foram palavras diferentes ou descrições entediantes de mil páginas, mas a maneira como a escritora decidiu jogar todos os conceitos de escrita para o ar e fazer uma bagunça. Os diálogos, por exemplo, não são marcados pelo famoso travessão ou pelas aspas. São misturados à narração em primeira pessoa de Saba. Ah, e outra coisa que me incomodou muito foi o fato de que ela - a Saba - narra tudo em uma linguagem beeeem coloquial que embaralhou bastante meu cérebro.
Deixando a escrita de lado, a trama é maravilhosa. Saba conseguiu me cativar de verdade e o grupo de garotas que ela encontra em sua jornada me lembrou bastante das Amazonas da mitologia grega. Como este é apenas o primeiro volume, creio que os personagens que ficaram bem rasos (como o Lugh) serão desenvolvidos nos livros seguintes. Ou assim eu espero.
Suuuuuper recomendo para os fãs de Jogos Vorazes, Divergente e Legend. Com bastante ação, aventura e aquela pitada básica de romance, Caminhos de Sangue tem tudo para agradar os amantes de distopias! Eu amei!
Até mais!
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Resenha de "Os Adoráveis"!
Hey, hey, gente!
A resenha de hoje é sobre o penúltimo livro que comprei (e devorei): Os Adoráveis, da inglesa Sarra Manning. Antes de qualquer coisa, quero mandar um beijo gigantesco para a Lojas Americanas por suprir minha necessidade de comprar bons livros por preços lindos e maravilhosos. Sério. Não direi quanto eu paguei em Os Adoráveis (por motivos de não), mas garanto a você, amável leitor, que foi bem pouco por um livro tão bacana.
Okaaay, vamos ao que interessa...
"Jeane é blogueira. Seu blog, o Adorkable, é um blog de estilo de vida — na verdade, o estilo de vida dela — e já ganhou até prêmios na categoria “Melhor Blog sobre Estilo de Vida” pelo e Guardian e um Bloggie Award. Adora balas Haribo, moda (a que ela cria, comprando em brechós) e colorir (ou descolorir totalmente) os cabelos. Cheia de personalidade e meio volúvel, ainda assim Jeane é bacana — mesmo nos momentos em que se transforma numa insuportável. Mas, certamente, ela não olharia duas vezes para Michael. Porque Michael é o oposto de Jeane. Ele é o tipo de cara que namoraria a garota mais bonita da escola. E compra suas roupas na Hollister, na Jack Wills e na Abercrombie. Além disso, diferente de Jeane, que é autossuficiente, Michael é completamente dependente do pai, o Clínico Geral que condena açúcar, e ainda permite que sua mãe compre suas roupas! (Embora, para Jeane, o pior mesmo sobre Michael é que ele baixa música da internet e nunca paga por isso). Jeane e Michael têm pouco em comum, além de algumas aulas e uma maçante dupla de “ex” — Scarlett e Barney. Mas, apesar disso, eles não conseguem se desgrudar desde que ¬ ficaram pela primeira vez." (Sinopse oficial)
Confesso que achei a capa um tanto ridícula. Sério, não curti. Mas a sinopse me deixou tããão curiosa (e o preço estava tão bom!) que eu não pude evitar comprá-lo.
Os Adoráveis tem dois ótimos motivos pelos quais você deve lê-lo: Jeane e Michael. Juntos. Separados. Tanto faz, esses dois personagens são tão bem escritos de uma maneira tão inteligente e inspiradora que é quase impossível não amá-los e não torcer por eles.
Jeane é talvez a personagem mais autêntica que já conheci. Ela tem sua própria opinião sobre TUDO, sua própria maneira de se vestir e até mesmo a própria filosofia de vida. E, apesar de ser uma menina toda rabugenta e orgulhosa, eu a considero brilhante. Talvez ela só precise de alguém que amoleça seu coração de pedra, não é?
Michael é um fofo, mas em mais de uma situação eu tive vontade de bater nele, simplesmente porque ele cai muito nas conversas da Jeane e atende aos caprichos doidos dela. A mãe de Michael é uma figura e é parecida com a minha em certos aspectos, o que foi divertido e estranho de ler (mãe, eu sei que você deve estar lendo isso, então vou aproveitar a oportunidade e te mandar um beijo!). A família dele e a minha também têm lá suas semelhanças, e eu acho que estar tão ligado aos pais faz de Michael um personagem do tipo "para casar".
Em geral o livro me agradou muito, exceto pela capa e pela parte final, que poderia ter sido muuuito melhor desenvolvida (só estou dizendo...). Recomendo para os fãs de Quem é você, Alasca?(John Green) e de Invisível (David Levithan). É romance, é fofo, mas não é nada meloso. Não espere grandes declarações de amor, caro leitor.
E essa foi minha resenha de Os Adoráveis, da Sarra Manning. Aproveitem a promoção da Lojas Americanas e corram para comprar!
P.S.: Quem quiser saber quanto eu paguei é só perguntar aqui nos comentários. Talvez eu responda. Talvez não. =D
Até mais!
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Eu no YouTube? + Invisível, de David Levithan
Como estão vocês?
Hoje eu decidi compartilhar com vocês aqui no blog uma resenha em vídeo que eu fiz em parceria com o canal Nós e a Estante, do meu amigo Rapha Hamano. É sobre Invisível, de David Levithan e Andrea Cremer, narrado por Stephen, um garoto literalmente invisível que passou praticamente a vida toda sozinho na cidade de Nova York.
Fiquei animada quando me convidaram para fazer a resenha (errei várias vezes a pronúncia do nome da Andrea Cremer, mas ok) e tenho certeza de que é uma dica de leitura bem gostosa para os amantes de John Green e do próprio David Levithan.
Stephen passou a vida do lado de fora, olhando para dentro. Amaldiçoado desde o nascimento, ele é invisível. Não apenas para si mesmo, mas para todos. Não sabe como é seu próprio rosto. Ele vaga por Nova York, em um esforço contínuo para não desaparecer completamente. Mas um milagre acontece, e ele se chama Elizabeth.
Stephen tem sido invisível por causa de uma maldição que seu avô, um poderoso conjurador de maldições, lançou sobre a mãe de Stephen antes de ele nascer. Então, quando Elizabeth se muda para o prédio de Stephen em Nova York vinda do Minnesota, ninguém está mais surpreso do que ele próprio com o fato de que ela pode vê-lo. Um amor começa a surgir e quando Stephen confia em Elizabeth o seu segredo, os dois decidem mergulhar de cabeça do mundo secreto dos conjuradores de maldições e dos caçadores de feitiços para descobrir uma maneira de quebrar a maldição. (Sinopse oficial)
E para você, amigo leitor, que ficou curioso para ver como me saí em minha primeira resenha em vídeo e qual a minha opinião sobre o livro, aí está:
E quem sabe, num futuro não muito distante, eu acabe fazendo mais resenhas assim, não é? Se gostou, leitor, deixe-me saber! E não deixe de dar um pulinho no canal do Nós e a Estante para conferir as novidades!
P.S.: Eu sei que a qualidade do vídeo não está lá essas coisas, mas foquem no conteúdo, beleza? ^_^
quinta-feira, 11 de junho de 2015
"Puros", uma distopia brutal!
Hey, hey, gente!
A resenha de hoje é sobre uma das distopias mais bizarras que já tive a oportunidade de ler: Puros, da Julianna Baggott. Com essa introdução o livro parece esquisito, não é? Mas pode relaxar, leitor, é um esquisito muito bom!
Eu comprei Puros numa suuuper promoção do site Submarino e de primeira fui conquistada pela capa maravilhosa (já comentei que adoro capas de livros, né?) e a sinopse me cativou. Confira aí:
Pressia pouco se lembra das Explosões ou de sua vida no Antes. Deitada no armário de dormir, nos fundos de uma antiga barbearia em ruínas onde se esconde com o avô, ela pensa em tudo o que foi perdido — como um mundo com parques incríveis, cinemas, festas de aniversário, pais e mães foi reduzido a somente cinzas e poeira, cicatrizes, queimaduras, corpos mutilados e fundidos. Agora, em uma época em que todos os jovens são obrigados a se entregar às milícias para, com sorte, serem treinados ou, se tiverem azar, abatidos, Pressia não pode mais fingir que ainda é uma criança. Sua única saída é fugir.
Houve, porém, quem escapasse ileso do Apocalipse. Esses são os Puros, mantidos a salvo das cinzas pelo Domo, que protege seus corpos saudáveis e superiores. Partridge é um desses privilegiados, mas não se sente assim. Filho de um dos homens mais influentes do Domo, ele, assim como Pressia, pensa nas perdas. Talvez porque sua própria família se desfez: o pai é emocionalmente distante, o irmão cometeu o suicídio e a mãe não conseguiu chegar ao abrigo do Domo. Ou talvez seja a claustrofobia, a sensação de que o Domo se transformou em uma prisão de regras extremamente rígidas. Quando uma frase dita sem querer dá a entender que sua mãe pode estar viva, ele arrisca tudo e sai à sua procura.Dois universos opostos se chocam quando Pressia e Partridge se encontram. Porém, eles logo percebem que para alcançarem o que desejam — e continuar vivos — precisarão unir suas forças. (Sinopse oficial)
Interessante, não?
Eu demorei um pouco para pegar firme na leitura, pois a escrita é bastante detalhada e, no início, o foco fica em alguns acontecimentos do passado da protagonista. Mas, ei, eu curti muito a Pressia e o Partrigde (até hoje não sei bem como pronunciar o nome dele) e a forma como a história dos dois acaba se entrelaçando. É importante destacar aqui que o foco de Puros não é um romance entre os personagens em meio a um ambiente caótico, então não espere grandes demonstrações de afeto, por mais que haja relacionamentos amorosos na trama.
Quase me esqueci! Por causa das terríveis explosões que dizimaram parte da população, o pessoal restante meio que se fundiu com os objetos próximos deles no momento da catástrofe. O resultado disso é quase chocante. Se você não tem estômago para coisas e pessoas fundidas, leitor, sinceramente, é melhor que leia outra coisa! Não darei mais detalhes para não estragar a surpresa (ou choque) de quem ainda vai ler, mas que é perturbador, é.
A crítica social presente no livro é muito clara e até nos deixa bastante revoltados com tamanha desigualdade enfrentada pelos personagens. Me fez refletir bastante sobre o rumo que a nossa própria sociedade está tomando e o quanto a natureza humana está próxima da natureza animal.
Puros é uma obra forte e tem uma brutalidade necessária. Eu gostei muito do desenvolvimento da trama e aguardo muito ansiosamente a sequência, que até agora não deu nenhum sinal de vida aqui no Brasil!
É um prato cheio para os fãs de distopia e ficção científica! Não deixe de ler!
Até mais!
terça-feira, 26 de maio de 2015
Legend: a verdade se tornará lenda!
Hey, hey, gente!
Hoooje teremos resenha! Yeey!
Minha resenha de hoje é sobre Legend - a verdade se tornará lenda, da escritora gringa Marie Lu. É uma distopia muuito bacana e facílima de ler, com bastante ação e suspense, com aquele leve toque de romance que a gente (ou pelo menos eu) adora!
Legend é narrado por seus dois protagonistas: June e Day.
June é a garota prodígio da poderosa República (antigo EUA) e tem um espírito aventureiro, inteligente e corajoso. Foi criada por seu irmão mais velho, Metias, após a morte de seus pais e é considerada um gênio de sua geração.
Day é o criminoso mais procurado da República. Astuto e inteligente, Day é quase um Robin Hood futurista, que rouba da República para ajudar a família e as pessoas que vivem nas favelas da cidade.
June e Day não poderiam ser mais diferentes, não é?
Uma praga assola a população mais pobre da República e as chamadas Treze Colônias declararam guerra. O governo vê nos mais jovens o futuro e uma alternativa de ganhar essa guerra, por isso aplica uma Prova que seleciona os mais inteligentes e fortes e descarta os fracos. Tudo isso beeem debaixo dos panos, para que não haja comoções por parte do povo (que logicamente surtaria se soubesse que o governo está usando seus filhos como armas!).
June e Day são colocados um no caminho do outro, em meio a esse cenário de guerra, de uma maneira que não poderia ser pior: ela é responsável por caçá-lo e entregá-lo às autoridades. Porém, a caça a Day torna-se pessoal depois que ele é acusado de cometer um crime terrível que afeta June de maneira irreversível. Inicia-se então esse jogo de gato e rato entre os dois adolescentes mais aclamados (no caso de June) e odiados (no caso de Day) da República.
Eu só tenho coisas positivas a dizer sobre Legend. A maneira como a história é narrada nos pontos de vista dos dois personagens principais, a escrita da autora, o suspense, todo o universo distópico e o desfecho realmente me deixaram satisfeita. Os personagens são profundos e maduros (principalmente a June, que tem apenas 15 anos e já carrega responsabilidades enormes nas costas) e o romance que acontece ao longo da trama (não direi entre que personagens, mas vocês já podem adivinhar), não é um romance forçado para dar mais drama à história.
As sequências Prodigy e Champion já estão nas livrarias e eu preciso muuuito lê-los para saber o desfecho de toda a confusão que June e Day armaram na República. Sério, o babado é forte.
Se você curte uma boooa distopia militar, com suspense, assassinato, romance e um drama básico, recomendo fortemente que leia Legend. Mesmo, mesmo. E desafio você a não se apaixonar pelo Day!
*Hoje não tem Glossário. Não usei palavras desconhecidas não, né?*
Até mais!
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Resenha de "A Seleção"!
Hey, hey, gente!
Que menina não gostaria de conhecer e se apaixonar por um príncipe lindo? Que menina não gostaria de usar as melhores roupas e acessórios e ter empregados atendendo a todos os seus pedidos? Que menina não gostaria de ser uma princesa? A resposta é simples: America Singer.
Numa sociedade distópica onde as pessoas são classificadas por castas de acordo com suas posses e empregos (sendo a casta Oito a mais miserável e a casta Um a realeza), a única maneira de ter uma vida luxuosa é estar no topo. A jovem America Singer, de casta cinco, nunca sonhou com nada mais que casar-se com seu namorado secreto e ter uma vida estável e aprovação dos pais. Nascida numa família de artistas relativamente pobre, America foi ensinada a ser independente e a batalhar por seus objetivos. Porém, seus planos para uma vida a dois com o adorável Aspen (o namorado secreto de casta inferior) vão por água abaixo quando a Seleção é anunciada e America é convencida/obrigada pela mãe a participar numa tentativa de salvar a família da miséria.
A Seleção é a maneira que a casta Um, a realeza, encontrou para escolher a nova rainha da nação: trinta e cinco garotas são selecionadas e levadas ao palácio, onde passarão por diversas avaliações até que reste apenas a sortuda que se casará com o príncipe regente e assumirá o trono ao lado dele. É quase como um Big Brother da Barbie, né? Pois então, America acaba inscrita meio contra a própria vontade e (surprise, surprise!) é selecionada.
Apesar de a garota não querer abandonar o namorado e toda a sua vida para participar de um concurso superficial, após ter o coração partido por Aspen, é exatamente o que ela faz. Confusa, irritada e magoada, America é levada ao palácio com a concreta certeza de que é impossível se apaixonar pelo príncipe Maxon e mais impossível ainda que ela vença a Seleção. Será que seus planos serão alterados pelo destino mais uma vez?
A Seleção sem dúvida me surpreendeu de maneira bastante positiva. Quando comecei a ler, imaginei que a trama seria aquele clichê chato e previsível e que essa seria só mais uma historinha romântica do tipo Cinderela. Mas eu estava errada (e como!).
Para começar, America me cativou. Embora o início do livro seja um pouquinho sem graça, a personagem protagonista já surge como alguém que sabe o que quer da vida e que tem em mente os meios para conseguir o que procura. Ela vem de uma família grande e desde bem nova entende as dificuldades pela qual sua casa passa para se sustentar. E, vamos combinar, uma história narrada por uma protagonista legal e pé no chão é muuuito melhor de ler!
Além de America, os outros personagens que cercam a trajetória dela são muito bem construídos e desenvolvidos. Cada membro da família Singer é apresentado com suas próprias características e personalidades, o que nos faz sentir mais próximos da realidade deles. Aspen, o namorado que America esconde dos pais por causa da casta, é um verdadeiro amorzinho. Na minha opinião (e vamos deixar bem claro aqui que eu amoo príncipes), ele só perde para o príncipe Maxon, porque Maxon é Maxon, né, meu bem? Quem já leu ou ainda pretende ler vai entender o que eu quero dizer.
Bem, outro ponto positivo que me envolveu ainda mais na trama foi o contexto social. A maneira como o país (Illéa, que acaba de se erguer após uma guerra) se estabiliza em castas que evidenciam muito a desigualdade entre as classes simplesmente me fascinou. A autora, Kiera Cass, solta críticas discretas e fortes no decorrer dos acontecimentos que se aplicam até mesmo nos dias atuais.
As sequências A Elite e A Escolha são ainda melhores e muuuito viciantes (A Escolha eu li no desespero, em apenas um dia!). E agora, com a notícia da adaptação da história para os cinemas, a série ganhará novas proporções!
Eu recomendo A Seleção para quem curte um romance inteligente com uma dose equilibrada de distopia, drama e uma pitada de política. Sério, deu até vontade de ler tudo de novo! ^-^
Até mais!
